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GRUPO FOLCLÓRICO DE FARO (Algarve)
O Grupo Folclórico de Faro transporta no "baile de roda" a tradição, e no "corridinho" a alma do povo algarvio, passando o testemunho e a sua arte de geração em geração, desde os idos anos 30 do Século XX.
Este ano, o Grupo anfitrião comemora o seu 80º aniversário, afirmando-se como uma das mais dinâmicas e prestigiadas associações da capital algarvia. Apresenta três secções em pleno funcionamento: o grupo adulto, o grupo infantil e o "Cancioneiro".
Para além do FOLKFARO, a sua maior iniciativa, o Grupo organiza ainda os encontros anuais "Dançando… a Brincar" para os mais pequenos, e "Cantar ao Menino", na quadra natalícia. Verdadeira instituição cultural da capital algarvia, foi galardoado em 2002 com a medalha de ouro do município de Faro.
Como embaixador da cultura algarvia no mundo, o grupo representou Portugal em inúmeros festivais no estrangeiro: Espanha, França, Marrocos, Canadá, EUA, Itália, Brasil, Suíça, México, Hungria, Republica Checa e Chipre. Regressou recentemente da Carolina do Norte (EUA), onde pela segunda vez representou Portugal com grande êxito no Folkmoot USA, o mais importante festival internacional de folclore que se realiza nos Estados Unidos.
RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DE ALMEIRIM (Ribatejo)
O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim, foi fundado em 24 de Fevereiro de 1956. É sócio fundador da Federação do Folclore Português, CCD do INATEL, Instituição de Utilidade Pública e Medalha de Honra Grau Ouro do Município de Almeirim.
Actuou de Norte a Sul de Portugal, incluindo Macau em 1989. Ao longos dos seus 54 anos, apresentou-se em: Espanha, França, Itália, Holanda, Hungria, Bélgica, Suíça, Republica Checa, Marrocos, Angola, S. Tomé e Príncipe, Dinamarca e Canadá.
As danças e cantares que apresenta, reflectem a vida campesina da região e traduzem um momento de alegria do seu povo, quando se libertava da dureza do quotidiano e vinha exprimir-se por uma dança simples ou por uma canção alegre. Por isso enverga o trajo de festa.
Folclore de características próprias que abrange as zonas da charneca, do campo e da lezíria, enquadra-se na paisagem colorida e luminosa das terras do sul, onde Almeirim se ergue, por entre vinhedos, no fértil Vale do Tejo.
RANCHO FOLCLÓRICO DE PASSOS DE SILGUEIROS (Beira Alta)
Sediado no lugar de Passos freguesia de Silgueiros, a maior do concelho de Viseu, o Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros nasceu em 1978. Nestes mais de trinta anos de vida desenvolveu uma actividade relevante, não só pelas suas inúmeras e diversificadas realizações, como também pelo nível atingido por algumas delas.
Pesquisou toda a espécie de factos folclóricos relativos à herança cultural popular da sua região e recolheu a documentação etnográfica possível obtendo, assim, um acervo de muitas dezenas de milhares de peças. Instalou adequadamente toda essa numerosíssima documentação, criando o Museu de Silgueiros e, paralelamente, desenvolveu uma biblioteca especializada em Etnografia.
Em 1987 transformou-se em instituição particular de solidariedade social, nascendo a ASSOPS-Associação de Passos de Silgueiros, com o objectivo de se dedicar à resolução de problemas dos mais necessitados da sua freguesia e da sua região. Toda a acção desenvolvida contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento cultural, social e até económico da terra que o viu nascer, sendo também um marco importante da sua região.
GRUPO REGIONAL DE MOREIRA DA MAIA (Douro Litoral Norte)
O Grupo Regional de Moreira da Maia, fundado em 1934, situa-se entre o Douro e o Ave, a 10 km da cidade do Porto. É sócio efectivo da Federação do Folclore Português e do Inatel.
A sua intensa e valiosa actividade na defesa e divulgação das tradições maiatas tem merecido honrosas distinções, de entre as quais se salienta a Medalha de Mérito Cultura - Ouro, atribuída pela Câmara Municipal da Maia, por ocasião das comemorações das suas Bodas de Ouro.
No seu quadro etnográfico, o Grupo Regional de Moreira da Maia apresenta os típicos trajes de "Noivos", de "Senhora Rica e Lavradeira Maiata", de "Missa", de "Domingar ou Merino", de "Chita ou de Feirar", de "Fiandeira e Lavrador Pobre" e de "Trabalho".
Ao longo do ano, o Grupo Regional promove diversas iniciativas, que muito valorizam a sua acção cultural. Para além dos conceituados festivais que organiza, cumpre ainda referir as Desfolhadas Maiatas, como evocação da cultura do milho, e os tradicionais Cantares de Janeiras.
Já se deslocou, em representação do país a: Espanha, França, Bélgica, Holanda, Grécia, Itália, Alemanha e Brasil, tendo partilhado a representação lusa no país irmão com o Grupo Folclórico de Faro, em 1996.
RANCHO FOLCLÓRICO DAS LAVRADEIRAS DE VILA FRANCA (Alto Minho)
O Rancho Folclórico das Lavradeiras de Vila Franca, afilhado dos insignes escritores Jorge Amado e Zélia Gattai, foi fundado em Fevereiro de 1980, com a finalidade de fazer reviver e preservar os costumes, tradições, danças e cantares daquela encantadora aldeia minhota, situada na margem esquerda do Rio Lima, a escassos 8 km da Capital da Beleza e Rainha do Folclore - Viana do Castelo.
Sempre procurou este Grupo cantar, dançar e trajar conforme recolhas feitas e que são cópias, tanto quanto possíveis fiéis, da vida das gentes que orgulhosamente representa, nos finais do Séc. XIX e princípios do Séc. XX. Desta recolha, destacamos, os trajes femininos de Feira e Meia Senhora e masculinos de Domingar e Namorar.
No decorrer da sua existência, tem este Grupo participado nos mais variados Festivais Nacionais e Internacionais, e programas de rádio e televisão.
Por diversas vezes foi também o Rancho Folclórico das Lavradeiras de Vila Franca convidado a participar em festivais no estrangeiro, tendo-se deslocado a Inglaterra, Andorra, Espanha, Brasil, Holanda, Bélgica e recentemente em Itália.
GRUPO FOLCLÓRICO DA ARPI (Algarve)
O Grupo Folclórico e Etnográfico da ARPI (Associação dos Reformados, Pensionistas e Idosos do concelho de Faro) nasceu em 1999, e é composto por 50 elementos, sendo a maior parte com idades compreendidas entre os 60 e 80 anos. Esta Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) desenvolve a sua acção no âmbito da população de terceira idade, com o objectivo de facultar respostas sociais e contribuir para a melhoria da qualidade de vida do idoso.
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